O que se sabe sobre a vacina contra a Covid-19 produzida pelo Butantan.


Com grande expectativa e entusiasmo, o Brasil deu início ao processo de imunização contra a Covid-19. Esses são os primeiros passos em direção ao "velho normal". E a vacina CoronaVac desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac tem ajudado muito.


A popular vacina "CoronaVac" é muito popular e se chama "Vacina Chinesa". Foi aprovada para uso emergencial pela Agência Nacional de Supervisão Sanitária (Anvisa) neste domingo (17) e será utilizada pelo Butantan. instituto de pesquisas produz no Brasil e abastece alimentos de São Paulo.



Uma vez injetado no sangue, o vírus será detectado pelo sistema imunológico, que desenvolverá formas de combatê-lo, de forma que, ao entrar em contato com o mesmo tipo de vírus ativo, saiba como responder.



Segurança


A tecnologia de vírus inativado é uma das técnicas mais tradicionais no desenvolvimento de vacinas e, segundo especialistas, é bastante segura. Ele é usado há décadas, então o efeito é mais previsível.


Durante o teste clínico CoronaVac, nenhum efeito colateral sério foi relatado. As reações mais comuns são dor, inchaço e / ou inchaço no local da aplicação, dor de cabeça e fadiga.



Eficácia


Anunciada em três percentagens diferentes, a eficácia da vacina causou certa confusão. compreensão:


100%

Um total de 13.060 voluntários participaram do teste CoronaVac, e metade deles recebeu apenas um placebo. Desde julho, 252 participantes de ensaios clínicos assinaram contratos com a Covid-19, dos quais 167 receberam um placebo e 85 deles pertenciam ao grupo da vacina real.


No grupo experimental vacinado, não houve registros de pacientes moderados a graves que necessitaram de hospitalização. No grupo de controle que recebeu um placebo, 7 casos moderados a graves foram registrados.


Portanto, se não houver casos moderados a graves no grupo experimental, significa que a eficácia da prevenção de formas mais graves de Covid-19, hospitalização e morte por doença é de 100%.


78%

No caso de infecção leve, a pessoa quase não tinha sintomas de Covid-19 e recebeu algum tipo de assistência médica, mas não precisou ser hospitalizada. 38 prontuários foram registrados, incluindo 7 no grupo experimental e 31 no grupo controle. Isso significa que, quando uma pessoa apresenta sintomas, mas não precisa ser hospitalizada, a taxa efetiva de prevenção de casos leves de Covid-19 é de 78%.


50,38%

Este é um cálculo que envolve 252 pessoas infectadas com Covid-19 em dois grupos (grupo experimental e grupo controle), independentemente da gravidade da doença. Então, o grau de proteção é calculado em 50,38%. A conclusão é que quem toma CoronaVac tem um risco 50,38% menor de adoecer devido ao Covid-19. Então, mesmo se tiver sintomas, a eficiência de evitar a gravidade chega a 100%.


Doses


O Ministério da Saúde recomenda que a segunda dose seja separada da primeira em duas a quatro semanas. Segundo dados do laboratório Sinovac, da desenvolvedora CoronaVac, pesquisa realizada no Brasil mostrou que quando os voluntários recebiam uma segunda dose da vacina em um intervalo de três semanas em vez de duas semanas, a eficácia da vacina aumentava em 20%. Embora o Sinovac tenha sido aprovado para uso emergencial no Brasil, Turquia e Indonésia, os resultados globais da terceira fase da vacina ainda não foram divulgados.



Doses aplicadas


O Brasil usou 1.0195 doses de CoronaVac antes das 21h30 desta terça-feira (19 de janeiro de 2021). A vacina anti-coronavírus foi aprovada pela Anvisa neste domingo (17 de janeiro). A distribuição para agências federais começará dentro de dois dias após a garantia.


São Paulo foi o primeiro estado a iniciar a vacinação e, até o momento, a maioria das pessoas se vacinou aqui: 8.465.


No Brasil, a dose de CoronaVac é a única dose disponível. O imunizante produzido pela AstraZeneca em cooperação com a Universidade de Oxford também pode ser usado no país, mas atualmente não há dose disponível. O governo tentou importar leite em pó da Índia, mas enfrentou dificuldades na liberação.


O Instituto Butantan, que fabrica o CoronaVac, tentou lançar outro lote de 4,8 milhões de doses do medicamento. A Anvisa analisou esses arquivos.



Quem receberá a vacina?


Inicialmente, as doses serão aplicadas em idosos asilados, deficientes em instituições de longa permanência, indígenas em aldeias e profissionais de saúde.

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